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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Orín Òsún



A ri ide gbé o
Omi ro a! wàrá-wàrá omi ro O fi'de se'mo l'Òyó
Omi ro a! wàrá-wàrá omi ro O fi'de se'mo l'owo
Omi ro a! wàrá-wàrá omi ro O fi'de se'mo l'òrun


Òsun e lóolá imolè lóomi Òsun e lòolá
Ayaba imolè lòomi


Yèyé yé olóomi ó, yèyé yé, Olóomi ó
Ayaba balè Òsun Ayaba balè Òsun
Ìyá dò sìn máa gbè ìyá wa oro Ìyá dò sìn máa gbè ìyá wa oro
Igbá ìyawó igbá si Òsun ó réwà Igbá ìyawó igbá si Òsun ó réwà Àwá sin e ki igbá réwà Igbá ìyawó igbá si Òsun ó réwà



Bom dia! Vamos acordar e e agradecer por mais uma manhã.
E que terça-feira, Òsún nos ilumine e Ògún nos guie, nos livrando das maldades do mundo.

Òsàlúfã busca conselhos

Òsàlúfã foi consultar os adivinhos para saber como conduzir melhor sua vida. Logo, os velhos sábios, aconselharam ele a oferecer uma cabaça grande, cheia de sal e enrolada em um pano branco.
Fazendo isso, Òsálúfã não passaria no Àìýê e, teria uma vida perfeita e cheia de conquistas. Entretanto, Òsálúfã era muito teimoso, portanto, ele não deu a minima para os conselhos dos adivinhos e não cumpriu o recomendado.
Passo-se um tempo e, durante certa noite, Esú entrou em sua casatrazendo uma cabaça cheia da sal e a amarrou nas costas de Òsálúfã, que já estava no mais profundo sono.
Na manhã seguinte, Òsálúfã despertou e, desse dia em diante ficou corcunda e só andava encurvado, além disso ficou proibido o consumo de sal por parte dele.


Orín de Ìyèmónjá


Ìyèmónjá otô manjarê,
Ìyèmónjá otô manjarê re o,


Awa abo a yo Ìyèmónjá awa abo a yo,
Ìyèmónjá.
Lacoroba 
O coroba ni sabá


A xa we le, a xa we le odo fi o a xa we le, 
Kini jé kini jé olodo yemanjá o,
Ki a xoro pelee, iya odo iya odo.


Oferenda à Òsún e Òrúnmílá



Rorá Yeye ó, ofi de ri oman




Esú


Orìsá dos caminhos, cruzamentos e encruzilhadas, Orìsá dono do Ogó (pequeno cetro esculpido ou na forma do órgão masculino ou na forma de uma cabeça humana).

Orìsá do preto, vermelho, roxo e amarelo, Orìsá da segunda-feira, Orìsá do inicio, o primeiro.
Orìsá das forças emanadas do sexo, da multiplicação, do crescimento material e espiritual, Orìsá da comunicação.


Sonhos

Lendas antigas afirmam que nossos sonhos são, às vezes, lembranças do nosso passado e, às vezes visões do nosso futuro. Pois é, nosso Orìsá fala com a gente por sonho, fique atento, às vezes Ele trás lembranças do nosso passado para corrigimos para o futuro e, às vezes ele faz conexão com o nosso futuro para tomarmos certas decisões no presente que, certamente, afetará nosso futuro. Não duvide, pois quando é para revelar nosso Orúkó, é por sonho que nosso Orìsá faz isso.



Olojá, a iyábá que carrega o Sérè

Olojá é ligada a Olokun e Oduduwá e, como todas as divindades, Olojá tem varias histórias que explicam quem ela é. Conta-se, portanto, em uma dessas histórias, que Olojá veio do Orun com Oduduwá e que ao cair no mar ela acaba por se envolver com Babá Olokun e engravida de Aìýrá. 
Olojá é mencionada nos cultos de Òsúmáré e de Aìýrá. Ela é muito confundida com Iyémònjá. Olojá não é Olorí, ela não se manifesta ou incorpora nas pessoas.
Diz a lenda que Olojá teria muito apego a Aìýrá, e que o Aserê (Sérè) de Aìýrá ela carregaria, e, então se diz que ela é a única iyábá que pode girar o Sérè e invocar os Orìsá de guerra.
Olojá pode ser assentada sim, mas geralmente é cultuada no assentamento de Aìýrá.
No Brasil os Orìsá de culto duplo, tanto Nagô quanto Jeje, foram agrupados juntos e chamados orixás da palha, e então as pessoas passaram a crer que Òsúmáré é filho de Naná, e isso eliminou a presença de Olojá do culto de seu filho Òsúmáré. Vale lembrar que toda essa família da palha é uma mistura de tradições, mas que é possível cultuar os Orixás em sua individualidade sem esses agrupamentos.
Olojá é uma iyabá muito importante, é Funfun e muito velha, deve ser lembrada e cultuada.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Oferenda à Omùlú



Oferenda a Odé e Ìýémònjá



Oferenda à Oyá e Ìýémónjá





Oferenda à Ògún


Oferenda ao Orìsá Esú


Oferendas a Odé e sua Corte

Banquete para nosso querido Odé, Rei de Ketú, em comemoração aos 30 anos do Bàbálórìsá Assis Oderan, filho do casal de irmãos Kàré... Aqui veremos Oferendas à Ògún, Odé, Ossàíyn, Obálùáíýé, Òsúmáré, Oyá, Òsún, Obá, Ìýéwá, Logún Edé, Sàngó, Osógíýán, Osàlá e Ìýemónjá.

   








Oyá Bàgán

É a Oyá que tem como propriedade a labareda e, que governa o discernimento humano, senhora dos abanos, do àgéré e das quartinhas.
Bàgán raramente pega a cabeça de homem, mas, quando pega, seus escolhidos são guiados pelo caminho da superação, tendo sorte, prosperidade e conquistando a confiança das pessoas e tudo mais o que pode ser conquistado. Contudo, os filhos de Bàgán, que não tomam os devidos cuidados, ficam propensos a terem problemas mentais.
Os filhos de Oyá Bàgán não podem ser raspados dentro do roncó, eles devem ser raspados no tempo e deve ser oferecido a Esú um Akikó, e os cabelos do íyáwó deve ir para um pote de barro.
Reza a lenda que ela foi decapitada e, por isso, usa uma máscara, o que é mentira, Oyá Bàgán usa uma máscara ou seu rosto pintado de branco para lutar e comandar o exército de eguns. Inclusive, quando ela roda o àgéré no Ilê, ela deve ser vestida de vermelho, ter seu rosto pintado de branco e usar uma coroa de màríwó que deve cobrir seu rosto.
Entretanto, quando ela termina de rodar o àgéré e louvar Esú, Ògún, Odé e Sàngó (dançando cantigas deles e para eles), ela deve ser vestida de branco e com màríwó e, por baixo da saia usar uma outra de estopa com 9 fitas de cores diferentes amarradas nela, deve, ainda, trazer um boneco de palha todo paramentada prezo na altura da barriga, ela sua dois Erúkèrés um de palha e outro com clina de cavalo, além dos ìwós (chifres) e dos abanos.
Mòtúmbá Àsé...